Feeds:
Posts
Comentários

Golpe do baú

De rolê por Bruma, soube que Arnora Auria, a de medalhão azul aí, precisava de ajuda para recuperar um ouro que seu marido escondeu antes de ser preso. Ele matou um guarda imperial, mas é inocente. Ela pediu que eu fosse visitar o vagabundo na cadeia e saísse da lá com o endereço do ouro anotado na mão.

oblivion-2008-01-17-23-31-1.jpg

Sem maiores objeções dos guardas, cheguei até a cela, mas Jorundr, o vagabundo, não sentiu firmeza no semblante tranqüilo (e reluzente) do homem santo. Algo me dizia que eu deveria me enturmar. Foi questão de segundos – agredi o guarda, fui preso (na mesma cela de Jorundr), tornei-me um prisioneiro confiável a pagar minha dívida com a sociedade. Em cinco minutos estava feito o acordo: o vagabundo só me diria a localização do ouro se eu matasse a piranha que o fez ser preso. A prova do crime seria um amuleto de Arnora.

oblivion-2008-01-17-23-41-5.jpg

Saí da cadeia e não matei a dona Auria – assinei mais um acordo. Eu lhe pouparia a vida e ela me daria o medalhão. Assim, convenceria Jorundr e localizaria o ouro. Dito e quase feito. Quando ia buscar o tesouro, um guarda corrupto apareceu. Disse ter matado Arnora e que eu seria o próximo. Mas o próximo foi ele, e rezei por sua pobre alma.

oblivion-2008-01-17-23-54-1.jpg

O baú tinha anéis, pérolas, ouro e até livros, e o guarda havia mesmo matado Arnora. Pelo menos eu não teria de dividir tesouro nenhum, com mulher de vagabundo nenhum. Para comemorar, fui até a Arena.

oblivion-2008-01-18-00-07-3.jpg

Apostei 100 mangos no time azul… e ganhei. Dia de sorte.

My blue suede shoes

oblivion-2008-01-08-01-36-2.jpgRoubei dos Necromancer hippies da mina na Gold Road, perto de Skingrad. Pode não ter sido exatamente nesse lugar, mas só agora eu parei pra analisar o mapa e achei os nomes bem razoáveis. É o tipo de mercadoria que seria vendida por duas moedas de um Real de ouro para qualquer mercador oportunista, mas é um pecado se desfazer de sapato tão raro (e que não pesa nada na mochila). Então não vendo – guardo para usar nas cerimônias ecumênico-religiosas, caray.

O início da jornada

oblivion-2008-01-12-02-42-3.jpg

Assassinaram Uriel Septim, imperador de Cyrodiil – o buraco onde eu estava preso por supostos “crimes” que a razão tende a omitir. Nos suspiros finais, o imperador foi acometido por supostas visões, libertou-me (para desgosto dos guardas) e me deu um medalhão supostamente sagrado para salvar o povo. Sendo “voltar para a igreja” a opção A e “‘bora vender Yakult” a alternativa “C”, fiquei com a letra B, de “baita azar do inferno”.

Que venham os goblins!

Por Frei Galvão, warrior