De rolê por Bruma, soube que Arnora Auria, a de medalhão azul aí, precisava de ajuda para recuperar um ouro que seu marido escondeu antes de ser preso. Ele matou um guarda imperial, mas é inocente. Ela pediu que eu fosse visitar o vagabundo na cadeia e saísse da lá com o endereço do ouro anotado na mão.
Sem maiores objeções dos guardas, cheguei até a cela, mas Jorundr, o vagabundo, não sentiu firmeza no semblante tranqüilo (e reluzente) do homem santo. Algo me dizia que eu deveria me enturmar. Foi questão de segundos – agredi o guarda, fui preso (na mesma cela de Jorundr), tornei-me um prisioneiro confiável a pagar minha dívida com a sociedade. Em cinco minutos estava feito o acordo: o vagabundo só me diria a localização do ouro se eu matasse a piranha que o fez ser preso. A prova do crime seria um amuleto de Arnora.
Saí da cadeia e não matei a dona Auria – assinei mais um acordo. Eu lhe pouparia a vida e ela me daria o medalhão. Assim, convenceria Jorundr e localizaria o ouro. Dito e quase feito. Quando ia buscar o tesouro, um guarda corrupto apareceu. Disse ter matado Arnora e que eu seria o próximo. Mas o próximo foi ele, e rezei por sua pobre alma.
O baú tinha anéis, pérolas, ouro e até livros, e o guarda havia mesmo matado Arnora. Pelo menos eu não teria de dividir tesouro nenhum, com mulher de vagabundo nenhum. Para comemorar, fui até a Arena.
Apostei 100 mangos no time azul… e ganhei. Dia de sorte.





